Quatro ativações, uma puxando a outra. No estande da Light no Energy Summit.
O participante era fotografado na chegada, voava de balão em realidade virtual sobre o parque gerador da Light e recebia na saída a própria foto dentro daquele balão, criada por IA. Depois descobria o perfil de consumo num totem e deixava no telão a palavra que resume energia para ele.
No estande da Light, no Energy Summit, nada acontecia solto. Cada ativação deixava um gancho para a seguinte: a foto da entrada só revelava o que era na saída do VR, e o game e o telão transformavam a visita em resposta. Quem chegava para ver uma atração ficava para o percurso inteiro. A cenografia foi da OTOK, parceira na ativação. A tecnologia, a dinâmica e a operação de cada experiência foram da T3i.
Separadas, são quatro ativações conhecidas. Em sequência, viram uma história com começo e fim, e o participante percebe isso sozinho na hora em que recebe a foto.
O cesto era real, de vime, com o logo em neon. Nos óculos começava um tour guiado sobre o parque gerador da Light, com as usinas hidrelétricas embaixo e áudio contando a história de cada ponto do trajeto. A pessoa entrava no cesto e subia sem sair do estande.
A captura era na chegada, num ponto simples de foto. A IA devolvia a mesma pessoa em uma cena nova, como se a selfie tivesse sido feita lá de cima, dentro do balão em que ela acabara de voar.
Sete perguntas curtas sobre o dia a dia em casa, respondidas na tela do totem de 43 polegadas. No fim, um entre cinco perfis: Furacão de Watts, Distraído da Tomada, Equilibrista, Consumidor Consciente ou Mestre da Energia.
Uma pergunta só, feita por um operador com tablet na mão: o que energia significa para você. A palavra subia na hora para o painel de LED, e quanto mais gente repetia a mesma, maior ela ficava.
Seis momentos, na ordem em que o participante vivia. Enquanto um estava de óculos, o outro já estava sendo fotografado, e o estande seguia com gente em movimento o tempo todo.
Na chegada, um ponto de captura com luz própria e um tablet. Leva segundos e não exige nada de quem está passando. Nesse momento o participante ainda não sabe para que serve a foto, e é essa a graça.
Com os óculos, a sala desaparece e começa a subida sobre o parque gerador da Light. As usinas hidrelétricas passam embaixo e o áudio guiado vai contando essa história. Quem está de fora vê a pessoa girar o corpo procurando a paisagem, e é isso que faz o grupo em volta querer entrar.
Na saída dos óculos, a imagem impressa já estava pronta: o rosto capturado na chegada, agora numa cena de balão, com a faixa da marca embaixo. É onde as duas primeiras ativações se encontram, e a reação é sempre a mesma: surpresa. O resultado é realista demais para quem não sabia o que esperar, e a pessoa se vê no lugar de onde acabou de voltar. Ela para, olha de perto e mostra para quem está do lado.
Com a foto na mão, o participante era levado ao totem. São sete perguntas sobre a casa dele: quanto tempo dura o banho, como usa o ar-condicionado, o que pesa na hora de trocar um eletrodoméstico. No fim a tela devolve três coisas: o nome do perfil, uma pontuação e uma dica prática de consumo. É o teste de perfil que todo mundo conhece das redes, e funciona pelo mesmo motivo. Ninguém descobre o próprio e fica quieto.
Saindo do totem, um operador se aproximava com o tablet na mão e fazia uma pergunta só: o que energia significa para você. A pessoa pensava, digitava ali mesmo, em pé, e tocava em enviar. É a única parte do circuito em que alguém da equipe conversa com o visitante.
Em segundos ela aparecia no painel de LED, no meio das que já estavam lá, e quanto mais gente repetia a mesma, maior ela ficava. Vida, evolução, hidrelétrica, transição: o telão foi ficando com a cara de quem passou pelo estande.
A identidade da campanha entrou na paisagem do voo, na faixa da foto impressa, na tela do game e no topo do painel de LED. Em nenhum desses pontos ela interrompe a experiência: ela é o cenário dela. E o que o participante leva para casa, impresso na mão, leva a marca junto sem ninguém precisar pedir.
Um circuito bem montado não entrega só movimento no dia. Entrega material para depois, e aqui ele vem em quatro formas diferentes.
O balão não sobrevoava uma paisagem genérica. O trajeto passava pelo parque gerador da Light, com as usinas hidrelétricas à vista, e o áudio guiado ia contando essa história. Quem tirou os óculos sabia um pouco mais de onde vem a energia que usa.
Cada participante saiu com a própria imagem dentro do balão, com a faixa da campanha embaixo. É a peça que vai para a mesa do escritório e para o story, sem ninguém pedir.
O game devolve para a marca uma leitura do hábito de quem passou, e devolve para o participante um apelido que ele comenta com quem está do lado. Os dois lados saem com alguma coisa.
O painel terminou o evento preenchido por palavras que vieram de quem visitou, não do briefing. Vira registro do que aquele público associa à marca, em tempo real e à vista de todos.
As quatro ativações rodam juntas ou separadas. Monte o circuito inteiro ou escolha o bloco que o seu espaço comporta.
Card IA XP: colecionável gerado com IA e entregue em acrílico na hora.
Quiz de marca em totem: disputa rápida, ranking na tela e conversa puxada pelo resultado.
Mosaico XP: o participante leva uma foto e cola outra. Centenas de registros formam a arte da marca.
A T3i leva os óculos, escreve a narração do voo, gera e imprime a arte por IA no estande, programa o game com as perguntas da sua campanha e põe a nuvem de palavras no seu telão. Monte o circuito inteiro ou comece por uma das quatro.