A base veio do perfil de cada um.
Foto e perfil profissional saíram da própria plataforma do grupo, onde cada membro descreve o que faz. É o dado que a pessoa já publicou sobre si, não um levantamento por fora.
Cada convidado recebeu um kit que só fazia sentido para ele. E fez questão de mostrar.
Carta escrita sobre a profissão da pessoa, caricatura em traço assinada com o nome dela e caneca com o próprio rosto em estilo cyberpunk. Nada disso serviria para o convidado do lado. Foi por isso que virou publicação.
Num encontro de networking, todo mundo chega com cartão e folheto. Este foi o café da manhã do BNI RJ Freguesia, grupo destaque do BNI Rio de Janeiro. O material vai para a bolsa e some. A proposta aqui foi inverter o eixo: em vez de falar da empresa que apresentava, cada peça falava de quem estava recebendo. O convidado não ganhou um brinde, ganhou um retrato de si mesmo. Foram quase 50 kits, um para cada membro presente e para a fundadora e o diretor distrital do BNI Rio de Janeiro, Adriana Pina e Bruno Brandão.
A personalização não parou no nome impresso. Cada camada foi gerada a partir do que aquela pessoa faz da vida, e revisada por gente antes de ir para a gráfica.
Não é um texto com o nome trocado. A carta entra na profissão de quem recebe, reconhece o que aquele trabalho exige e só então apresenta quem está falando. Quem é dentista leu sobre o sorriso que entrega aos pacientes.
Uma em traço preto e branco, aplicada em marca d'água na própria carta. Outra colorida, impressa em A5 e assinada com o nome da pessoa, para ela levar e pendurar. A mesma pessoa, em dois acabamentos.
O rosto do convidado em versão futurista, com o nome em letreiro de néon. É a peça que não vai para a gaveta: fica à vista no escritório, usada todo dia, com a marca junto.
Personalizar um kit é fácil. Personalizar a sala inteira, com qualidade de texto em cada carta, exige um processo. Este foi ele.
Foto e perfil profissional saíram da própria plataforma do grupo, onde cada membro descreve o que faz. É o dado que a pessoa já publicou sobre si, não um levantamento por fora.
Antes de qualquer geração, alguém revisou os dados e somou o que a plataforma não tem: como aquele membro se comporta no grupo, o que ele costuma comentar, o detalhe que só quem convive sabe. É esse acréscimo que tira o texto do genérico.
Os sistemas de IA da T3i geraram a carta, as duas caricaturas e a arte da caneca para cada convidado. Nenhuma peça foi para a produção sem passar por leitura humana. O volume é da máquina, a responsabilidade pelo que está escrito é da equipe.
Enquanto os convidados abriam os kits, um panda robô circulava pela sala. Ele não entrega nada e não explica nada: ele faz a sala parar, agachar e pegar o celular. É a peça que transforma um café da manhã de networking em assunto, e que puxa a câmera que depois vai registrar o kit.
A conta de alcance não veio de sorteio nem de pedido no microfone. Veio de gente querendo mostrar a própria caricatura.
Somando o que os convidados publicaram e o que foi repostado, passou de uma centena de peças no mesmo dia.
Só na página do grupo, a soma dos stories postados e repostados passou de dez minutos de tela.
As legendas falavam do kit em primeira pessoa. Uma convidada escreveu que a carta falava da profissão dela e do quanto aquilo faz diferença na vida das pessoas.
Os textos abaixo são das publicações que os próprios convidados fizeram no mesmo dia, sem combinação prévia e sem pedido nosso.
Robô Caricatura: a versão em IA do participante, desenhada ao vivo na frente dele.
SelfieCup Premium: rosto impresso e entregue em cerca de 30 segundos.
Card IA XP: colecionável gerado com IA e entregue em acrílico na hora.
A T3i produz a carta, as caricaturas e a arte de cada convidado, revisa peça por peça, entrega o kit montado e leva o robô para o dia. Serve para a sua semana como palestrante no BNI, convenção, jantar de clientes e premiação interna.