Cabine fechada, microfone de estúdio e mesa de som. A pessoa escolhe uma das três músicas, canta, e o refrão sai em vídeo antes de ela deixar o estande. Foi assim no Estúdio Kenner.
Ninguém precisou apertar gravar. O sistema começa junto com a música, guarda o refrão com o áudio já tratado e devolve o vídeo pronto por e-mail, SMS ou AirDrop. A pessoa sai com uma coisa para postar. A marca sai com o contato de quem cantou.
O que separa um vídeo que a pessoa posta de um que ela apaga é o som. Microfone de celular pega a voz junto com o grito de quem está do lado e com a música do estande vizinho. Aqui a cabine é fechada, o microfone é de estúdio e a voz passa por mesa de som antes de entrar no vídeo. É a diferença entre um registro engraçado e um clipe que aguenta ser publicado.
A gravação começa no mesmo instante em que a música começa, sem botão e sem operador contando até três. O sistema acompanha a faixa, sabe onde está o refrão e guarda esse trecho com o áudio já tratado. Quando a pessoa tira o fone, o vídeo já existe. Esse sistema foi desenvolvido pela T3i, dentro do briefing que montamos com o Grupo Berlinn, a agência que trouxe o desafio.
Quatro passos, e só o primeiro pede alguma coisa de quem chega. O resto acontece enquanto a pessoa canta.
Na chegada, nome e um contato. Leva segundos e é a única coisa pedida no percurso inteiro. É também o que permite mandar o vídeo depois.
A lista aparece na tela dentro da cabine, e as três faixas são de artistas que a própria marca patrocina: L7NNON, Tasha & Tracie e FBC & VHOOR. Uma delas se chama "De Kenner", ou seja, o público cantava o nome da marca dentro da cabine da marca. Três e não trinta: ninguém trava procurando música e a rodada começa em segundos. A pessoa toca na que quer e a cabine fecha.
A música começa e o sistema começa junto. Microfone de estúdio, mesa de som e câmera no mesmo quadro em que a pessoa está se divertindo, sem ninguém pedindo para repetir.
O vídeo sai por e-mail, SMS ou AirDrop, do jeito que a pessoa preferir. Chega enquanto ela ainda está no evento, que é quando ela posta.
A janela redonda não é enfeite. Ela transforma quem canta em atração para quem passa, e o movimento na frente da cabine se forma sozinho, sem ninguém da equipe chamando. Lá dentro quase ninguém entra sozinho: entra em dupla, divide o fone e disputa o microfone. Do lado de fora, a tela da marca lembra o recado que fecha a brincadeira: "Você ainda pode pegar o vídeo e mostrar pra geral o seu dom."
Os dois lados saem servidos no mesmo minuto, e nenhum dos dois precisou insistir. Quem cantou recebe o arquivo sem pedir. Quem patrocinou recebe o cadastro de quem cantou, dado na entrada por alguém que queria entrar.
O corte certo, com a voz tratada e a marca no quadro. É a peça que vai para o story no mesmo dia, porque chega enquanto a pessoa ainda está no clima do evento.
O contato é pedido na porta, quando a pessoa já decidiu cantar. Ninguém preenche por obrigação: preenche porque quer o próprio vídeo depois.
Cada vídeo que sai da cabine leva a marca para um feed que a marca não comprou. E a faixa que toca ali é de um artista que ela já patrocina, então o post devolve mais uma vez um investimento que ela já tinha feito. É o participante escolhendo mostrar, e não a mídia empurrando.
A cabine, o áudio tratado, a captura automática e a entrega na hora são os mesmos. O que muda é o que a pessoa fala lá dentro.
A mesma cabine vira ponto de depoimento. A marca termina o evento com dezenas de falas gravadas em áudio limpo, prontas para o vídeo institucional.
O participante lê uma frase da campanha e essa leitura entra no material depois. Quem gravou vira parte da peça e acompanha onde ela aparece.
Em convenção e confraternização a cabine vira o ponto onde a equipe se solta. O vídeo circula no grupo antes de o evento acabar.
Data comemorativa, campanha de fim de ano, ação social: a pessoa grava um recado em vez de uma música e manda para quem quiser, pelo mesmo caminho.
A tecnologia e o sistema são nossos. A cenografia, a lista de músicas e a arte do vídeo saem do briefing, com você ou com a sua agência.
A trend do drone dentro do evento: o participante vive a cena e sai com o vídeo pronto para as redes.
Música feita para a campanha, do briefing à faixa pronta, para o evento e para o que vem depois dele.
Card IA XP: colecionável gerado com IA e entregue em acrílico na hora.
A T3i leva o sistema, o microfone, a mesa de som e a operação, monta a lista de músicas com você e entrega o vídeo de cada participante ainda no evento. Se a demanda vier de agência, a gente escreve o briefing junto, como foi aqui.