Perguntas curtas sobre a casa de quem está jogando, um perfil com nome no fim e uma dica que serve para a conta de luz dele. Rodou no estande da Light, no Energy Summit.
A tela abre com uma pergunta, não com um vídeo da marca. Enquanto responde sobre o próprio dia a dia, a pessoa lê o que a campanha tem a dizer, descobre em qual dos cinco perfis caiu e leva uma dica que serve para a conta de luz dela. No fim, a marca escolhe o que leva junto: o cadastro e o hábito de quem jogou entram quando ela quiser.
Banner, TV em loop, painel de LED: tudo isso fala, e quem passa escolhe se escuta. Aqui o que a campanha tem a dizer está embaixo de cada pergunta, numa linha só, e a pessoa lê porque precisa daquilo para escolher a resposta. "Chuveiro elétrico pode ser um dos grandes vilões da conta." "Cada grau a menos pode aumentar bastante o consumo." "Instalações antigas devem ser revisadas por profissional capacitado." Ninguém sai dali repetindo um slogan. Sai sabendo uma coisa que não sabia.
Os cinco nomes aparecem já na abertura, antes da primeira pergunta, e é isso que faz alguém encostar na tela sem ninguém da equipe chamar. Furacão de Watts é engraçado de receber. Mestre da Energia é motivo de levantar o dedo. E a pontuação que vem junto costuma surpreender quem entrou certo de que já sabia a resposta.
Três telas, do convite ao resultado. Nenhuma delas precisa de alguém da equipe explicando o que fazer.
O totem fica aberto e aceso, sem ninguém operando. Em cima, a pergunta que dá nome ao game. Embaixo, os cinco perfis que a pessoa pode receber. Quem passa já sabe o que ganha com o próprio tempo antes de encostar o dedo na tela.
Cada tela traz um ícone em linha, a pergunta em negrito e as opções em cartões grandes o bastante para responder em pé. O assunto é sempre a rotina da casa: o chuveiro, o ar-condicionado, a instalação elétrica, a hora de trocar um eletrodoméstico. Entre a pergunta e as opções fica a linha da marca, e é ela que ensina no segundo em que a pessoa está escolhendo.
Antes de responder, a tela escreve "Analisando seu perfil de energia" e segura alguns segundos. É o único momento em que as duas pessoas na frente do totem ficam caladas. Depois vem o perfil em destaque, quantos pontos a pessoa fez e uma caixa escura com o título "Dica prática para você": trocar lâmpada antiga por LED, controlar o tempo do banho, manter o ar-condicionado limpo. A dica é sobre a casa de quem acabou de jogar, não sobre o produto da marca.
Tela em pé é um painel. Tela deitada é uma mesa onde dois cabem, lado a lado. No evento quase ninguém jogou sozinho, e a frase mais ouvida na frente do totem foi "vamos ver se você sabe economizar energia mesmo".
Nessa experiência não teve roleta nem ranking: a pessoa marcava o que faz de verdade em casa, sem nada em disputa. Quando o cliente quer prêmio, a T3i integra o sorteio de brinde logo depois da revelação do perfil, com sistema de gestão de estoque, e o ranking na tela.
Um toca na tela, o outro aponta a opção de que discorda. Vira uma disputa saudável sobre quem economiza mais, e nessa briga os dois aprendem. É gente em volta sem ninguém da equipe chamar, e quando alguém do seu time se aproxima a conversa já está aberta.
A rodada termina num botão de jogar novamente e num contador que devolve a tela inicial sem ninguém mexer. O totem nunca fica preso no resultado de quem já foi embora.
Nessa operação a marca ficou com a conversa no estande e com o recado entregue dentro das perguntas. O cadastro não estava ligado, e liga quando o cliente quer: aí o contato sai da tela junto das respostas, e o que chega não é uma lista de nomes, é uma lista de nomes com o hábito de cada um ao lado.
Ninguém preenche formulário por educação. Preenche porque quer o resultado. Por isso o cadastro entra no fim da rodada, quando a pessoa já está esperando o próprio perfil aparecer na tela. Aqui ele ficou desligado, e liga a qualquer momento.
Com o cadastro ligado, cada resposta vira uma leitura do consumo daquela casa, presa ao nome de quem respondeu. A marca termina o evento sabendo o que o público dela faz no dia a dia, e não o que ele responderia numa pesquisa de corredor.
A dica do fim é sobre a casa de quem jogou, e as linhas embaixo das perguntas ficaram pelo caminho. É o recado da campanha chegando no único momento em que a pessoa quer ouvir: quando o assunto é ela.
Pergunta curta, uma linha de informação, cartões de resposta, um perfil com nome e uma dica prática. Essa é a estrutura. O assunto dentro dela é escrito para a sua campanha.
As mesmas telas, com perguntas sobre hábito de gasto e de reserva. O visitante descobre como lida com o próprio dinheiro e sai com uma dica que cabe no mês dele.
Sono, movimento, tela antes de dormir. A linha embaixo da pergunta vira a orientação que o plano quer que a pessoa leve para casa.
Como escolhe, o que pesa na decisão, do que abre mão. O resultado entrega um tipo que o visitante reconhece e comenta com quem está do lado.
Como organiza o tempo, onde trava, o que já tentou. Serve de abertura para quem vai falar de curso sem começar pelo folheto.
Da tela ao conteúdo. As perguntas, os perfis e as dicas são escritos com você antes do evento, e o prêmio entra se você quiser.
Voo de balão em VR, foto recriada por IA, o game de perfil e a nuvem de palavras no telão, uma ativação puxando a outra.
Quiz de marca em totem: responde, gira a roleta e descobre o brinde. A versão em que a disputa é o centro da brincadeira.
Caça-palavras de marca em tela grande: o conteúdo da campanha entra pelo jogo, palavra por palavra.
A T3i leva o totem, desenha a tela com a identidade da sua campanha, escreve as perguntas, os cinco perfis e as dicas, e opera no local. Se você quiser, entram também a captação de lead e o sorteio de brinde com gestão de estoque. Energia foi o assunto da Light. O seu pode ser outro.